Cantor, compositor e instrumentista carioca, Gabriel Feijão faz de sua obra uma ponte entre o passado e o presente da música brasileira unindo tradição e experimentalismo. Prestes a lançar seu EP de estreia solo, ele trabalha singles enquanto amadurece sua nova identidade e sonoridade.
Após passar pelos principais festivais de rock do Rio de Janeiro com sua antiga banda Na Panela, o músico resolveu lançar-se em carreira solo, com uma proposta de som mais intimista e voltada para a música popular brasileira.
“Costumo dizer que a ideia surgiu em 2016, junto da minha antiga banda. No início do projeto pensávamos em fazer um som mais puxado para as raízes brasileiras, mas com o decorrer do tempo e entrada de alguns integrantes, acabamos seguindo mais a linha do rock alternativo. Com isso, comecei a me sentir um peixe fora d’água, pois sempre me senti à vontade fazendo MPB”, conta ele, que voltou a experimentar com a sonoridade desejada.
A partir do fim do ano passado, Gabriel Feijão começou a trabalhar nas canções do seu EP de estréia. Com influência de artistas consagrados como Cartola, Caetano Veloso e novos nomes como Cícero e Rubel, o trabalho contará com 4 faixas em uma mescla de um formato acústico e eletrônico onde o músico explora temas completamente humanos, como a dor da perda, as várias formas de enxergar o mundo e o amor. Já estão disponíveis o primeiro single “Moça” e uma releitura lo-fi da mesma música.
“Sem vaidades, sem grandes estruturas e sem roteiros, essas músicas surgiram da vontade de partilhar experiências de verdade, em um mundo que cada vez mais é de mentira”, reflete o artista, que pretende lançar o trabalho no primeiro semestre de 2021.
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